
Picolé, nasceu em 12 de abril de 1950, em Alagoinhas(BA); Estudou o curso secundário em escola publica onde destaca professora Anita Carneiro, professora Noquinha e Lourdes Saback; Ainda como estudante de Engenharia ensinou nos Colégios: Santíssimo Sacramento, Luiz Navarro de Brito e Dínamo; em 1979, casa-se com Sônia Regina, nascendo dessa união dois filhos : Leonardo e Leidson.
Começou a trabalhar aos 07 anos de idade e aos domingos participava do grupo de escoteiros de Alagoinhas, formando-se em Engenharia Mecânica, na UFBA, em 1978. Três anos antes, ingressa no Pólo petroquímico de Camaçari onde ajudou na implantação do pólo no tempo da ”poeira”, parecia a construção de Brasília com muitos canteiros de obras. Nquela época, 1989, foi criado O Proquímico, entidade que reunia os trabalhadores das indústrias de produtos químicos para produção de materiais plásticos, farmacêutico, inseticidas e fertilizantes, com o Sindiquímica, inaugurando um único sindicato. Pos graduado em engenharia automotiva na USP convenio com Universidade Federal da Bahia.
Em 1981 ingressou na maçonaria, tendo assumido cargos e progredido nos altos corpos estando no grau 16.
Em 1988, candidatou-se a um cargo eletivo de vereador em Alagoinhas ajudando na eleição do Prefeito Chico Reis.
Em 2000 contribuiu na eleição da vereadora Sônia.
Atualmente Vice Presidente do Diretório Municipal do PSC em Alagoinhas / Bahia.
Meu sonho é ajudar ao povo brasileiro adquirir cidadania onde nos primeiros dias de vida seja identificado como um cidadão em sua plenitude.
Desestimular a qualquer forma de violência, em todas as Escolas Públicas do Estado da Bahia com intensificação do esporte e inclusão digital.
É indiscutível que o problema da violência possui raízes sócio-econômicas muito profundas e que é importante ter consciência dos limites impostos pelas estruturas político-sociais da atualidade. Por isso mesmo, a afirmação da paz como projeto comum entre os jovens é, certamente, uma grande contribuição ao novo milênio. Somente com a instalação de soluções coletivas, tanto da parte do Poder Público quanto da sociedade civil, a verdadeira paz poderá ser alcançada.
A deficiência do Judiciário baiano com uma grande quantidade de processos em tramitação. A má estruturação e a falta de condições adequadas de trabalho são os principais problemas que precisam ser sanados. Existem varas que foi constatado que tramitam mais de seis mil processos e não ocorre julgamento há oito anos. Apesar de não ser exclusividade da Bahia, esta realidade é considerada maléfica ao processo democrático. O Judiciário precisa de por socorro.
Manter parcerias com os governos municipais onde a sociedade organizada dirá as prioridades de cada região.
E-mail:picole@picole.com.br